Na aula do dia 25 de fevereiro, realizamos um jogo de
percepção grupal que propunha uma caminhada em triângulo coordenada por um
mestre. Ao trocar a direção do triângulo
o mestre mudava da mesma forma. O mestre deveria conduzir os passos a serem
feitos pelo restante do coletivo, criando uma dança coral em deslocamento ou no
lugar.
Meu corpo expressou bastante liberdade ao ser o condutor
da dança triangular; juntamente busquei ousar na composição dos movimentos,
pois nas aulas anteriores me contive nesse aspecto. Ao mesmo tempo, procurei um
sentido interior para a movimentação, subtextos criados pela minha inspiração.
Quando seguia meus colegas dei muita atenção aos
movimentos propostos. Todavia, é demasiado difícil reproduzir e seguir o fluxo
energético do conjunto. Portanto, penso que meus colegas também tiveram
dificuldades em me acompanhar.
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