Nesse dia, 26 de fevereiro, trabalhamos em duplas e
através de um pequeno toque corporal os pares foram feitos. Nossos corpos
ganharam vida juntos em uma dramaturgia que nunca poderíamos prever antes de
realizá-la.
O contato era livre, mas nossa relação se significou com
aspectos de acalanto e brincadeiras. Sentia que deveria proteger minha colega,
como ela me demonstrara o mesmo em seus movimentos e jogo.
O mais significativo dessa aula foi poder quebrar com a
barreira do proibido, tocar o corpo do outro colega.
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| A sagração da Primavera- Pina Bausch |

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