No dia 14 de maio,
conseguimos ensaiar o esboço inteiro do que será a apresentação. Pela primeira
vez, visualizamos que nossa ideia alcançou algum lugar. Todavia, ainda existem
detalhes a trabalhar, mas o importe é que o tema está presente em todas as
cenas.
domingo, 26 de maio de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
O processo
Após, criarmos o que
chamamos de cena três- a masculinização do movimento- colaborei com a próxima
cena, idealizada por Priscila. Nesse excerto deveremos discutir a fusão entre
os dois sexos; um espaço em que essa divisão não exista mais.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Composição para o grupo
Nos dias 3 e 6 de maio
concentrei-me na construção da cena que será de minha responsabilidade no
trabalho final da disciplina. A concepção da cena centraliza-se em expressar em
uma sequência de dança contemporânea as relações do homem ligado à terra, que
utiliza o espaço em que vive como meio de sobrevivência e luta pelos seus ideais.
A presença do instinto masculino é o que estou a buscar para os movimentos.
Construção do guião
Nos dias 15,16 e 19 de
abril, nosso objetivo foi tratar de estruturar ideias para falarmos do tema MASCULINO-FEMINO.
Surgiram diversas propostas, mas o foco de nossa atenção fixou-se em discutir
como que essa separação está cada vez menos aparente em nosso cotidiano
ocidental. Porém, queremos tratar os espaços que a mulher trilhou para conquistar
a visibilidade que tem hoje.
Livres
No dia 12 de
abril, tivemos aula de contato improvisação. As premissas da aula foram o jogo
de espelhos, em que os grupos deveriam seguir um guia por todo espaço.
Em seguida, nos encaminhamos para a execução de passos de
contato improvisação. Nesse dia, trabalhei com uma colega que me proporcionará
uma nova perspectiva de meu corpo; ao liberar as tensões corporais pude
utilizar minha partner como instrumento de sustentação de meu peso. Assim,
livrei-me, por momentos do medo que habitara meu ser durante muitas aulas.
Gulbenkian
Na manhã do dia 8 de
abril, nos encontramos nos jardins do centro cultural Gulbenkian. O espaço repleto de arvores remeteu-me a floresta e
de fato o é, um recanto do verde no coração da arquitetura moderna do bairro.
Os patos viviam tranquilamente nos lagos artificiais e ali traçavam mais um dia
de sua existência, assim como nós.
Os exercícios propostos no dia concentraram-se em
engrenagens grupais, experimentação do corpo no espaço e o trabalho com as
qualidades do movimento.
O fato de estarmos em um lugar que transmitia tanta
liberdade e tranqüilidade dificultou-me a execução das atividades. Encontrei-me
tão envolvido com o espaço natural,que logo minha mente viajou por diversos
espaços, criando relações particulares com as atividades daquele dia. No
entanto, não deixei de prestar atenção nos enunciados proferidos pela
professora.
Por fim, sai desse encontro com a sensação de não ter
aproveitado o máximo do jogo entre os colegas. Entretanto, foi especial habitar
por algumas horas aqueles jardins.
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