Quando cheguei ao espaço das atividades deste dia
deparei-me com meus colegas parados ao pé da estátua que dá nome ao largo. De
pronto, adentrei à tarefa e comecei a
seguir os passos dos demais, um líder por vez percorrera a praça interagindo
com a cidade e com as pessoas.
No mesmo dia, fomos ao elevador de Santa Justa e
brincamos com a grande parede do local ao som de um tocador de acordeom, que
trabalhava no local.
O divertimento estava estampado em nossas faces. Amei
poder olhar nos olhos de cada pessoa que passava e talvez trocar alguma dúvida
ou encantamento ao ver aquelas miradas. Penso que poderíamos ter dançado mais e
não só reproduzir os movimentos dos outros de forma mimética. Às vezes, percebo
que algumas tarefas são executadas simplesmente por ser parte da avaliação e
não pelo prazer de estarmos a fazer um trabalho urbano que poucos têm a
possibilidade de realizar dentro de uma universidade.

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