Entramos em contato com a paisagem urbana de Belém. A
arquitetura do lugar nos deixa como pequenas fagulhas humanas, pois a
modernidade do lugar é arrebatadora. Logo, que chegamos os desafios foram
propostos pela professora.
O exercício que mais me atraiu fora o de migrar nos 4
setores de movimentos: os passos lentos; os rápidos, os movimentos cotidianos e
os livres. Esses movimentos só poderiam ser executados no setor espacial
estipulado para cada um.
Um momento espetacular surgiu quando a professora pedira
para trocarmos relações com os transeuntes do espaço. Assim, tomei o papel de
professor dos alunos que esperavam para entrar no museu. Os cobrei pelo atraso
na chegada ao local, essas cobranças tinham sido feitas pelo professor no
momento anterior.
Essa troca efetiva com o humano me lembra muito o teatro
de rua e performances urbanas e sinto-me livre quando saímos para trabalhar na
rua. Além de artístico é um exercício de micro-política.

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